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Desinformação tem gerado queixas contra ações da saúde

Publicado em 28/07/2020.
Secretária Municipal e Coordenadora da Vigilância Epidemiológica esclareceram como são feitos os testes para Covid-19 em Pelotas
Desinformação tem gerado queixas contra ações da saúde

Foto: Paulo Ferreira


            A cada semana a Comissão de Saúde da Câmara Municipal recebe várias contatos de cidadãos com reclamações ou dúvidas sobre a realização de testes para diagnóstico da Covid-19 em Pelotas. Nesta terça-feira a secretária municipal de Saúde, Roberta Paganini Ribeiro e a coordenadora do Departamento de Vigilância Epidemiológica (VE), enfermeira Carmen Viegas participaram de reunião online da comissão, explicaram como funcionam os protocolos e encaminhamentos dos testes e apontaram a desinformação como um dos principais motivos das queixas.

            Em linhas gerais explicaram que os testes são aplicados obedecendo as orientações e determinações da Secretaria Estadual de Saúde. Este protocolo estabelece que pacientes sintomáticos encaminhados pelos serviços públicos de saúde entre o terceiro e o sétimo dia de contaminação são submetidos ao teste PCR (identifica o RNA do vírus), caso o paciente não seja enquadrado nos requisitos médicos é encaminhado para o Departamento de Controle e Avaliação para fazer o teste rápido a partir do décimo dia de contaminação. Antes do décimo dia o teste não tem efeito, pois sua função é identificar os anticorpos que atuam contra o vírus.  

            "A população em geral desconhece os protocolos e, ainda, a função da Vigilância Epidemiológica e isso tem gerado reclamações que na maior parte das vezes são infundadas", comenta o presidente da Comissão de Saúde, vereador Marcos Ferreira, o Marcola (PTB).

            Entre as queixas apontadas pelo vereador e confirmadas pela coordenadora da vigilância está que os pacientes que fazem os testes em casa não são examinados pela equipe da VE. "Esta não é nossa função, a avaliação clínica deve ser feita no serviço médico que pediu o exame", esclareceu a enfermeira. Parte dos problemas reside, ainda, conforme a secretária Roberta Ribeiro na falta de informações dos serviços e laboratórios particulares que tem realizado testes. "Se a pessoa buscou o exame privado ela vai ter que buscar orientação médica particular ou em uma UBS. A Vigilância Epidemiológica não vai fazer acompanhamento clínico desses pacientes, mas há locais que fazem testes e dizem para as pessoas esperarem pela vigilância", diz.

            Confusões com relação a realização de testes em pessoas que tiveram contato direto com pacientes positivados também tem sido frequentes. De acordo com o protocolo os comunicantes não sintomáticos são encaminhados para UBS e fazem testes rápidos no décimo dia, se apresentarem sintomas antes disso podem fazer coleta para teste PCR.

            Para combater a desinformação e esclarecer dúvidas sobre sintomas e procedimentos a secretária aconselha as pessoas ligarem para o número gratuito do Tele Consulta: 0800 6485 319. 

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