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Eduardo Leite e Paula Mascarenhas são políticos a serviço das privatizações

Publicado em 27/09/2019.
Governo do Estado e Prefeitura seguem estratégia planejada pelas cúpulas internacionais. Comunitas ofereceu curso ao governador e a prefeita do PSDB
Eduardo Leite e Paula Mascarenhas são políticos a serviço das privatizações

Foto: Assessoria do vereador

- O governador, Eduardo Leite prometeu, durante a campanha eleitoral, que não iria privatizar o Banrisul, um banco altamente lucrativo, e hoje estamos assistindo sua cruzada pela venda de todo o patrimônio dos gaúchos. O governo do Estado e a prefeitura de Pelotas estão em sintonia com as políticas de privatizações do PSDB que entrega o patrimônio público para a iniciativa privada, seguindo uma estratégia planejada pelas cúpulas fechadas internacionais que deliberam suas ações – observa o vereador Marcus Cunha (PDT).

Ele lembra das PPP's, Parceria Público-Privadas, recém aprovadas em Pelotas, uma modalidade de privatização:

- Fizemos um grande esforço para incluir ferramentas e dispositivos de controle em defesa do interesse público. Apresentamos 16 emendas ao Proppel e aprovamos quatro delas. Agora vamos fiscalizar todos os eventuais contratos de parcerias público-privadas que o executivo municipal vier a tentar implantar.

JP MORGAN, COMUNITAS E PREFEITURA DE PELOTAS

A gigante econômica JP Morgan, que tem como parceira, além de Itaú, Bradesco e outras instituições financeiras, a Comunitas, empresa que possui contratos com a Prefeitura de Pelotas.

- A JP Morgan tem investido em criação de lideranças para ocuparem depois postos nos Estados. Não por acaso, a Comunitas ofereceu curso ao governador Eduardo Leite e a sua colega de partido, a prefeita Paula Mascarenhas, ambos do PSDB. A rotina dessas instituições financeiras é formar lideranças nos EUA, em Harvard, em Columbia, para colocá-las nos postos chaves. Eles financiam suas campanhas políticas, para depois chegarem ao comando das decisões. Por trás disso, está uma estratégia de desmonte do Estado -, lembra.


Marcus Cunha cita, como exemplo, as estradas federais: - O estado brasileiro, com o dinheiro da população, construiu-as e lá pelos anos 2000 abandonou-as, parou de fazer a manutenção. Logo ficaram intransitáveis e diante do descontentamento da população, foram entregues para as empresas privadas explorarem através de pedágios, com preços abusivos como temos no Polo Pelotas. Os agentes dos sistema financeiro assumem o Estado para criarem ou agravarem uma crise para depois justificarem a privatização.

Texto: Assessoria de imprensa do vereador Marcus Cunha (PDT)

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