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Oito meses parado: vereadora Cristina Oliveira vai ao Ministério Público para que o Castramóvel comece a funcionar

Publicado em 25/05/2021.
Oito meses parado: vereadora Cristina Oliveira vai ao Ministério Público para que o Castramóvel comece a funcionar

Cristina denuncia que castramóvel segue parado (Foto: Paulo Ferreira)

Depois da vereadora Cristina Oliveira (PDT) reivindicar por anos na tribuna da Câmara e também nas redes sociais, a Prefeitura de Pelotas adquiriu um castramóvel em outubro de 2020. Oito meses depois, entretanto, o sonho de ver os animais serem castrados em locais remotos se tornou uma frustração, já que o veículo segue parado no estacionamento da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), sem que uma licitação viável seja publicada.

Ao conhecer o castramóvel na quinta-feira (20), a parlamentar anunciou que fez uma denúncia para o Ministério Público sobre o serviço não ter sido colocado em funcionamento, o que caracteriza prejuízos à população. “O edital possui valores irrisórios para a equipe veterinária que venha a ganhar a licitação, valores estes que sequer cobririam os gastos para com os materiais. Desse modo, as equipes veterinárias não participam da licitação, pois não é vantajoso financeiramente”, explica.

Cristina também remeteu ao MP que o município de Pelotas não possui mais convênios de castração com nenhuma empresa ou ONG. “Sequer os animais no Canil Municipal estão sendo castrados, e a situação dos animais nas ruas está caótica. Recebemos diversas denúncias diariamente de cães de rua com filhotes, ou cadelas no cio sendo perseguidas por outros cães, assim, o trabalho que vinha sendo feito há um tempo não pode prosseguir”, enfatiza. A vereadora destaca ainda que existem muitos animais em situação de abandono, se reproduzindo sem que isso possa ser freado senão com castrações.

De acordo com Isabel Madrid, chefe do Departamento de Vigilância Ambiental em Saúde, o castramóvel vai ter agenda nos bairros, conforme a demanda, com atendimento voltado às famílias de baixa renda mediante comprovante de inscrição em programas sociais, como o Bolsa Família. Os cães domiciliados terão a pós-cirurgia sob responsabilidade dos seus tutores, enquanto os comunitários serão levados para o Canil Municipal para se recuperarem da castração; caso não sejam adotados, serão soltos no local que foram recolhidos.

Por Assessoria de Imprensa do Gabinete da vereadora Cristina Oliveira (PDT)

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