Câmara orienta interessados em programa habitacional
Outros assuntos, como atividade de pastores evangélicos e CPI da Saúde também foram abordados na tribuna
PUBLICADO EM 19/05/2026 - 11:38

Câmara Municipal de Pelotas

Redação: Imprensa Câmara

Data: 19/05/2026



Na primeira sessão ordinária semanal do Legislativo, nesta terça-feira (19), o presidente da Comissão Minha Casa, Minha Vida, vereador Marcos Ferreira (UB), colocou a Câmara, em especial os membros do grupo, à disposição dos interessados no novo programa habitacional em Pelotas, loteamento Raulino Cardoso, com projeto de construção de 250 casas populares, para orientar e tirar dúvidas. Além desse assunto, outras pautas, como trabalho de pastores evangélicos e CPI da Saúde, também foram abordadas.


Nosso papel é ajudar, orientar e fiscalizar. O primeiro grande mutirão de inscrições está previsto para o dia 10 de junho e as pessoas devem estar com toda a documentação em dia para agilizar o processo”, salienta Marcos Ferreira. O vereador ainda informou que a Comissão Minha Casa, Minha Vida do Legislativo também vai acompanhar a adequação simultânea da estrutura que será demandada a partir da construção e entrega das novas unidades habitacionais. Saúde, educação, creches e transporte público têm que estar disponíveis para os moradores.


O vereador Daniel Fonseca (PSD) reportou-se à audiência pública, realizada na noite de segunda-feira (18), em homenagem a pastores evangélicos com 30 anos ou mais de pregação. “Pastores são instrumentos de Deus, que transformam as pessoas para a vida. A família é o meio do desenvolvimento do ser humano. Homenageamos homens e mulheres que labutam em nome do amor, da esperança, da integridade. Pastores doam-se para a missão, para o chamado de Deus, resgatando e recuperando muitos doentes, dependentes. São agentes que chegam aonde o Poder Público não chega.”


A vereadora Miriam Marroni (PT) afirmou que o requerimento para instalação de uma CPI da Saúde no Legislativo não atende aos requisitos legais, embora os questionamentos sejam legítimos. “Para instalar uma CPI, é preciso um fato grave de interesse público, que não tenha sido devidamente apurado pelo Executivo. É preciso ter um objeto específico, uma denúncia, a exemplo da CPI do Pronto Socorro, baseada no desvio volumoso de recursos, em esquema.”


Cauê Fuhro Souto (Podemos) contrapôs-se à alegação de Miriam Marroni, afirmando que a parlamentar tenta “defender o indefensável”, ao se manifestar contra a CPI da Saúde. O suplente da Rede, Júlio Moura, colaborador da área da saúde, presente entre o público que assistia à sessão, foi referência para o vereador Cauê. “O governo te disse o que pretendia fazer para melhorar, mas não fez até agora. O próprio secretário federal esteve em Pelotas e afirmou que o Pronto Socorro era o pior que já teria visto até então”, afirmou.